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..."Há uma lei natural
que condiciona o desfecho do processo a uma situação
de crise profunda, que é exatamente o instante do
parto. É impossível conceber um parto sem
dor, sem contrações, sem sangue. Mas, depois
da crise, o que temos disnte de nós é uma
nova vida. Como toda espera, vivemos então sensações
contraditórias, da mesma forma como uma mulher grávida
parece viver, ao mesmo tempo, uma força amorosa e
um sentimento de rejeiçào, pois algo cresce
dentro dela e transforma complemente seu corpo....Insisto
que mais importante do que o desfecho do processo é
o proceso em si, pois normalmente somos levados a objetivar
nossas ações a ponto de fixarmos metas e finalidades
que acabam impedindo a vivência do próprio
processo, do rico caminho a ser percorrido."
Klauss
Vianna
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